Archive março 2020

AGRICULTORES: ATUALIZANDO SUA FORMA DE INVESTIR

O Brasil é um dos principais produtores mundiais e, por esse motivo, o setor do agronegócio chama atenção para investimentos

O ano de 2019 foi positivo para a agricultura brasileira, com a exportação atingindo US$ 96,8 bilhões. Com esse resultado, o Brasil continua consagrando-se como um dos principais produtores mundiais e ganhando cada vez mais ânimo para investir no segmento. Para atingir expectativas cada vez maiores, os agricultores precisam planejar uma série de possíveis interferências na produção, que possam causar uma volatilidade no seu desempenho.

Já existem países que deram o seu passo à frente para garantir que as oscilações do mercado não intervirão no faturamento do produtor. Como, por exemplo, os Estados Unidos, que no ano passado exportaram R$ 128 bilhões em produtos agrícolas, e utilizam uma grande ferramenta para o setor do agronegócio: o mercado futuro. Para o próximo ano, o país tem 1,5 milhão de contratos de milho negociados no mercado financeiro até setembro de 2021, e 837 mil de soja. Sendo que, cada contrato, tem uma média de 136 toneladas.

Aqui no Brasil, a ferramenta de hegde para os agricultores ainda não é muito utilizada. Se compararmos ao índice norte-americano, o nosso país tem quase 37 mil contratos de milho e mil de soja negociados no mercado financeiro. Um índice muito baixo se comparado às possibilidades e segurança que o recurso proporciona. O principal motivo para que os americanos negociem parte de sua safra no mercado financeiro, é a proteção contra a volatilidade do mercado e uma garantia de preço para a produção com a oscilação do mercado influenciado, por exemplo, pelo clima, oferta e demanda, dólar, sanções comerciais e ciclos econômicos.

Essa ferramenta de hegde está a favor do produtor para que ele possa ter um controle no gerenciamento de risco de preço e, assim, não ficar suscetível diante de tantas incertezas do mercado. Uma das premissas para o agricultor é compreender que investir está muito além de aumentar o seu patrimônio físico mas, sim, proteger a sua produção com as possibilidades que o mundo dos investimentos oferece. E os produtores possuem uma grande ferramenta à disposição.

Para operar com mais segurança e assertividade, a Allez Invest tem uma equipe de agentes especializados em commodities, para apresentar o melhor plano para a garantia de lucratividade de sua safra.

Por Renan Hamilko, sócio-proprietário da Allez Invest

Texto publicado originalmente na TOPVIEW


ESPECIALISTA EM INVESTIMENTOS EXPLICA COMO O MERCADO FINANCEIRO ESTÁ REAGINDO AOS ACONTECIMENTOS INTERNACIONAIS E NACIONAIS

Coronavírus, alta no dólar, PIB brasileiro e redução na taxa de juros norte-americana impactam diretamente o mercado financeiro e testaram os limites dos investidores. Mas especialista alerta: “é preciso cautela”

Nas últimas semanas, o investidor teve a sua resiliência testada no mercado financeiro. A Bolsa de Valores brasileira passou por uma alta volatilidade devido à sequência de acontecimentos que impactaram o mercado financeiro. A epidemia global do Coronavírus, a alta do dólar, o anúncio da baixa na taxa de juros norte-americana e a baixa no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), fizeram com que pregões causassem pânico no investidor brasileiro e internacional.

O primeiro impacto na Bolsa veio com a disseminação do Coronavírus, que – na última semana de fevereiro – fez com que o principal índice brasileiro de ações, o Ibovespa, tivesse uma correção de, aproximadamente, 10%. Para o especialista em investimentos e sócio da Allez Invest, Renan Hamilko, é preciso cautela nesse momento e entender como as ações são afetadas em cada nova notícia. “Contribuindo para esse período de turbulência, e na esteira dos impactos advindos do Coronavírus, a alta do dólar frente a moedas de países emergentes, se explica, entre outros fatores, pela diminuição do apetite a risco dos investidores. Isso os levou a aplicar mais dinheiro em moedas fortes e títulos do tesouro americano, tirando dólares das economias emergentes e levando aos EUA”, explica.

De acordo com Renan, seguindo a onda da epidemia, houve uma expectativa de esfriamento das economias ao redor do mundo. Neste sentido, muitas instituições financeiras revisaram as suas projeções para o crescimento do PIB brasileiro em 2020, diminuindo aproximadamente 0,5% para este ano, considerando às projeções anteriores. “Esse comportamento deixou o mercado financeiro mais volátil, pois, novamente, o país emergente deixou de ser atrativo para os investidores internacionais”, acrescentou Hamilko.

Na sequência das ações que impactaram a bolsa nas últimas semanas, temos o anúncio do FED (Federal Reserve), o Banco Central norte-americano, que reduziu a taxa de juros do país em 0,5% ao ano, na expectativa de minimizar os impactos do vírus. “A reação a esse corte extraordinário foi forte, gerando uma queda adicional nos mercados, que encararam esse movimento como uma prova da grande incerteza que paira sobre os mercados mundiais”, analisa o especialista.

Ainda de acordo com Hamilko, são momentos como esses que o investidor deve reavaliar o seu perfil para o mercado financeiro. “Aqui a grande lição é entender que a Bolsa é volátil e, apesar de uma visão construtiva para o país se manter para o médio e longo prazos, movimentos de queda acentuada acontecem e continuarão acontecendo ao longo do percurso. Isso faz parte do jogo. O segredo é manter a calma, e entender que investimentos em empresas são para longo prazo e que devem ser abordados com fundamento, e não uma ‘aposta’ de curto prazo como muitos ainda veem a renda variável”, finaliza Renan Hamilko.

Sobre a Allez Invest

A Allez Invest é uma boutique de soluções de investimentos no Brasil e no exterior. Com sede em Curitiba (PR), é credenciada à XP Investimentos, a maior corretora de valores e títulos mobiliários da América Latina, oferece um modelo de assessoria financeira exclusiva, compreensiva e completamente personalizada para seletos clientes. A equipe da Allez Invest é composta pelos sócios: Renan Hamilko, Arthur Weber Rubert, Rodolfo Magno Baggio, Bruno Rosenmann, Guillermo Arauz, Frederico Loss e Mônica de Moraes Campos, todos com prévio conhecimento do mercado financeiro nacional e internacional. Os sócios já passaram por renomadas empresas do país e trazem uma grande bagagem de conhecimento na economia, que é constantemente atualizada.

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