COM A BAIXA NA TAXA DE JUROS, É A HORA DE INVESTIR EM FUNDOS IMOBILIÁRIOS?

Especialista em investimentos, Frederico Loss, fala sobre o crescimento do ativo no mercado financeiro nos últimos anos e o impacto durante a pandemia. Investidores também podem encontrar nesse fundo uma boa opção de rendimento com o atual cenário da Selic

Com a volatilidade no mercado financeiro e os efeitos econômicos da pandemia em diversos setores, os Fundos de Investimentos Imobiliários tiveram a sua queda – também expressiva, assim como as ações da Bolsa de Valores -, mas com uma boa recuperação. Segundo o assessor de investimentos, especialista no ativo, e sócio da Allez Invest, Frederico Loss, o principal motivo da recuperação dos FIIs está na constante queda da taxa básica de juros e no aumento do número de investidores pessoa física na B3.

No ano passado, o Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) apresentou uma alta de 37%, e a performance do ativo neste ano, para o mercado financeiro, seria ainda mais expressivo, se não fosse a crise global. “Estamos em uma era de juros baixos, nunca visto no mercado brasileiro, isso faz com que os investidores saiam da renda fixa e busquem ativos com ganhos melhores no mercado financeiro, como ações e FIIs. Além disso, os juros nesse patamar facilitam o crédito para as empresas e traz mais possibilidades de financiamentos para o consumidor”, relata Loss. Em um cenário em que a Selic está a 2,25% ao ano, os FIIs, segundo o especialista, chegam a rentabilizar mais que os ativos de Renda Fixa, apenas no pagamento dos dividendos. “Hoje um produto, como Tesouro Selic, que paga 100% do CDI, entrega 0,15% ao mês liquido de Imposto de Renda, disputa espaço com os FIIs, que pagam, em média, 0,5% ao mês só de dividendos, também isentos de IR, e o investidor ainda pode ganhar com a valorização das cotas”, ilustra.

E é nesse cenário, que o número e investidores em Fundos Imobiliários atingiu 818 mil pessoas físicas, em abril de 2020, cerca de 3,4% a mais que no mês anterior, e contabilizou um aumento, desde o início do ano, de 29,4%. “Mesmo com um crescimento mais tímido em abril em relação aos primeiros meses do ano, os FIIs são uma classe de ativos que estão no interesse dos investidores em renda variável”, acrescenta o sócio da Allez Invest. Esse é um tipo de investimento para o perfil moderado a agressivo e, por isso, os FIIs tiveram uma queda nos primeiros meses do ano, principalmente em março, mas que já esboçando uma recuperação da pandemia. No acumulado do ano, os fundos tiveram uma queda de 13%, seis pontos percentuais a menos que o Ibovespa, que está com 19% de queda.

Cenário político-econômico

Como qualquer ativo do mercado financeiro, ele é impactado diretamente por qualquer ação político-econômica do país. E foi em um cenário de grande redução da taxa de juros, que desde 2016 baixou de 14,25%, para 2,25% ao ano, que intensificou a demanda por títulos voltados para construção e desenvolvimento de imóveis. Essa procura teve uma queda no estopim da pandemia, mas que, de acordo com Frederico Loss, voltarão ao cenário como uma forma de recuperação da economia brasileira. “O mercado da construção civil emprega muitas pessoas e gera renda de diversas formas, por isso, geralmente é um setor muito visado, que acompanha a recuperação econômica de um país em desenvolvimento”, finaliza.

Sobre a Allez Invest

         A Allez Invest é uma boutique de soluções de investimentos no Brasil e no exterior. Com sede em Curitiba (PR), é credenciada à XP Investimentos, a maior corretora de valores e títulos mobiliários da América Latina. Oferece um modelo de assessoria financeira exclusiva, compreensiva e completamente personalizada para seletos clientes. A equipe da Allez Invest é composta seis sócios: Renan Hamilko, Arthur Weber Rubert, Rodolfo Magno Baggio, Guillermo Arauz, Frederico Loss e Mônica de Moraes Campos, todos com prévio conhecimento do mercado financeiro nacional e internacional. Os sócios já passaram por renomadas empresas do país e trazem uma grande bagagem de conhecimento na economia, que é constantemente atualizada.

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Endereço: Rua Heitor Stockler de França, 396, sala 2106, Edifício Neo Business, Centro Cívico – Curitiba (PR)

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A PANDEMIA NO MERCADO FINANCEIRO

Como as medidas do Governo e do Banco Central estão influenciando os investimentos brasileiros

Por Renan Hamilko, sócio fundador da Allez Invest

Existe uma premissa no mercado financeiro de que os investimentos antecipam os efeitos de uma crise econômica ou política, o mesmo também acontece no momento de recuperação. Por isso, as Bolsas de Valores de todo o mundo já estavam sentindo as implicações que a pandemia provocaria nos países, mesmo antes dos primeiros casos serem registrados fora da China, Itália e Estados Unidos. Com a intensificação da crise sanitária mundial, somada a instabilidade política e o colapso do petróleo com os desentendimentos da Arábia Saudita e Rússia, a Bolsa brasileira deixou de registrar os recordes acima dos 100 mil pontos, para dar lugar aos recordes de circuit breaker (ação que leva a Bolsa a suspender as transações após expressiva queda dos ativos, para conter os ânimos dos investidores). 

E foi em meio a este turbulento cenário, que os investidores e as empresas cobravam medidas econômicas para aliviar o mercado financeiro. Algumas foram bem aceitas, outras ainda são aguardadas. As primeiras medidas anunciadas pelo Governo estavam relacionadas a injeção de crédito para que a economia continuasse girando, como o Auxilio Emergencial, liberação antecipada do décimo terceiro para aposentados e o apoio aos trabalhadores que tiveram seus salários reduzidos em virtude da pandemia. Já para as empresas, o objetivo era ajudar a manter a liquidez no caixa, facilitando o acesso a empréstimos bancários e suspendendo o pagamento de algumas alíquotas, como as contribuições previdenciárias.

Para os investidores, a votação da PEC do Orçamento de Guerra, no Congresso Nacional, é uma das medidas aguardadas. Por meio da iniciativa do Banco Central, uma das propostas do projeto é a compra de títulos públicos e privados pelo Tesouro Nacional para ajudar as empresas. A PEC propõe uma estratégia de estímulo que visa aumentar o dinheiro em circulação, equilibrando a balança da antiga lei de mercado de oferta e procura. A proposta do BC foi baseada em modelos já implantados em outros países, durante crises ou estagnação econômica, dentre eles Estados Unidos e Japão. Outro fator que está na mira do mercado financeiro é a taxa Selic, que tem previsão de terminar o ano em 2,50%, o que vai continuar impactando a renda fixa e fará com investidores tenham que buscar novas estratégias para manter a rentabilidade.

As ações do Governo, definitivamente, não vão resolver o problema do Brasil em relação ao mercado financeiro, mas é vista com bons olhos pelo investidor, que busca segurança no país onde o seu capital está alocado. Além das medidas adotadas por cada federação, outra receita básica para quem está no segmento e a soma da paciência com a cautela. Nesse momento a recomendação ainda é a de não tomar decisões no calor do momento, principalmente nas quedas, mas sim conhecer o histórico de cada investimento e saber que, mesmo para perfis mais ousados, o momento requer uma estratégia prudente e segura.

ESPECIALISTA EM INVESTIMENTOS DÁ DICAS A INVESTIDORES DO QUE OBSERVAR NO BALANÇO DAS EMPRESAS NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2020

Frederico Loss, assessor de investimentos da Allez Invest, destacou alguns pontos que o mercado financeiro está atento na divulgação dos resultados trimestrais das empresas com capital aberto

A temporada da divulgação de resultados das empresas no primeiro trimestre de 2020 termina no próximo mês, e os investidores estão atentos aos balanços financeiros das companhias. Um dos principais itens observados pelo mercado financeiro é de como a crise, causada pela pandemia do coronavírus, afetou as instituições. Até o final de maio, mais de 140 empresas com ações na Bolsa de Valores brasileira divulgarão seus resultados, e o sócio e assessor de investimentos da Allez Invest, Frederico Loss, apresenta alguns pontos que devem influenciar os investidores.

De início, a primeira dica de Loss é de que o valor das empresas está no longo prazo. “Apesar de muitas instituições apresentarem resultados negativos em um curto prazo, o ponto chave agora é observar as empresas que tenham a capacidade de passar por esse período de grande queda nos seus resultados com boas estratégias e adaptação” ressalta.

Dentre os resultados já divulgados, algumas empresas tiveram destaques positivos, como a Copel e BRF, que são ligadas a atividades essenciais de energia e alimento, além disso, empresas ligadas ao setor de e-commerce, também se destacaram, como as Lojas Americanas e a B2W. “Vale ressaltar que as companhias que possuem a maior parte da receita dolarizada, como mineradoras e siderúrgicas, por exemplo, terão uma queda mais amena em seus resultados, devido à alta do dólar no período. E isso, os investidores já podem observar através do preço das ações destas instituições, que não sofreram tanto nas últimas semanas”, acrescenta o sócio da Allez.

Por outro lado, algumas empresas foram mais afetadas, principalmente as ligadas aos setores de turismo, varejo com foco em lojas físicas, shoppings centers e até mesmo o setor de construção civil, que está relacionado ao crescimento econômico do país. “Inclusive, alguns bancos também tiveram seus resultados afetados, principalmente porque a qualidade dos ativos se deteriorou mais rápido do que o esperado e todos os segmentos de crédito tiveram aumento na inadimplência”, ressalta o assessor de investimentos.

Outra dica, de Frederico Loss para os investidores, é de que a crise do coronavírus terá efeitos perenes sobre a forma de consumir e trabalhar, por isso é importante avaliar quais empresas estão se adaptando bem ao novo cenário. “As perspectivas ainda não são claras, afinal, ninguém pode prever até quando irá durar essa crise e nem como as pessoas voltarão a consumir, é quase certo que o consumo pós coronavírus será diferente. Porém, observamos que muitas empresas estão se adequando a essa nova realidade, adotando medidas como o home office, reuniões por conferência, aumentando o foco no e-commerce e fazendo o uso de férias e banco de horas, situações que mostram a adaptabilidade das instituições”.

Mesmo com o cenário desolador da pandemia no mundo, afetando drasticamente as economias, o sócio destaca que “instituições mais disruptivas estão enfrentando melhor esse período, estas possuem mais flexibilidade e isso faz com que se adaptem de forma mais rápida à nova realidade”.

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PLANOS PARA O CASAMENTO? INCLUA A PREVIDÊNCIA PRIVADA!

Por Renan Hamilko, sócio fundador da Allez Invest

Fazer planos com a pessoa que amamos aquece nossos corações, não é mesmo? Seja uma viagem tão desejada ou a qualidade do futuro dos filhos, planejar é importante, faz você criar metas e, ao alcançá-las, traz o prazer da felicidade em conquistar seus sonhos. Por isso, a previdência privada é uma ferramenta essencial na vida do casal. Muito além da segurança para a aposentadoria, esse investimento proporciona vantagens fiscais em curto e longo prazo, além de ser uma opção para acumular patrimônio, para investidores com perfil mais conservador.

Por muito tempo, a previdência privada foi um trauma para investidores por falta de informações ou por ser uma aplicação errada em relação aos planos. Hoje ela deve fazer parte de todas as carteiras de investimentos, seja do perfil conservador ou do mais agressivo. No ano passado, a previdência privada acumulou R$126,4 bilhões em aportes, segundo a Federação Nacional de Previdência e Vida (Fenaprevi), e teve um aumento de 40,4%, em relação a 2018, na capitação líquida – total da receita deduzida dos valores resgatados. Ou seja, cada vez mais pessoas estão investindo nesse ativo, como uma forma de segurança para o futuro.

Dentre os principais motivos para se aplicar em previdência privada, estão as deduções fiscais no curto e longo prazo. Para quem tem pressa em liquidez, investidores que utilizam o formulário completo para a declaração do Imposto de Renda, há a possibilidade de abatimento fiscal das aplicações no plano PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), ou após 10 anos ter a dedução de apenas 10% de imposto com a tributação regressiva. Essa opção de investimento também está livre do come-cotas.

Outra vantagem muito buscada pelos investidores é a facilidade na sucessão patrimonial, em que a indicação e o percentual para cada beneficiário são de livre escolha, desde que respeitada a herança legítima. Além disso, o patrimônio é transferido sem burocracia para os herdeiros, e, em alguns casos, sem incidência de imposto de transferência de riqueza (ITCMD). Como essa transação não passa por inventário, ela pode ser realizada sem custos advocatícios.

São muitos os motivos para que a previdência privada seja a escolha ideal para o seu sonho, ou para os planos da sua família, desde que escolhida de acordo com as suas metas. Para te ajudar nessa escolha conte com a Allez Invest. 

ESPECIALISTA EM INVESTIMENTOS AVALIA AS AÇÕES DO BANCO CENTRAL DE FLEXIBILIZAÇÃO MONETÁRIA

Renan Hamilko, sócio-fundador da Allez Invest em Curitiba (PR), apresenta as vantagens para a economia brasileira com as ações do Banco Central

Para melhorar a liquidez das empresas, durante a atual crise sanitária, o Banco Central apresentou medidas para complementar o “Orçamento de Guerra”, que está em votação no Congresso. As iniciativas preveem a compra de títulos públicos e privados pelo Tesouro Nacional para ajudar as empresas e o mercado financeiro. O sócio-fundador da Allez Invest, Renan Hamilko, explica as formas que essa medida vai impactar para os investidores e consequentemente a economia brasileira.

Uma das principias críticas para compra de títulos pelo BC, é a possibilidade de inadimplência das empresas, devido ao momento.  Para o especialista, o risco existe – se comparado a alguns meses atrás -, mas não significa ser necessariamente alto. “O papel do governo em momentos de crises, como essa que vivemos, é justamente fazer o possível para mitigar os danos, e se isso significa se expor à um pouco mais de risco de crédito para trazer mais estabilidade para a economia, é aceitável”, argumenta. Para os investidores, a ação irá diminuir a volatilidade dos ativos, além de aumentar a liquidez das empresas, possibilitando uma gradual volta a normalidade de negociação dos papéis.

A flexibilização monetária, na PEC 10/2020, propõe uma estratégia de estímulo que visa aumentar a oferta de dinheiro em circulação e a sua aplicação já ocorreu em outros países, durante crises ou estagnação econômica, dentre eles Estados Unidos e Japão. “O que ocorre, na prática, é uma transferência indireta. Uma vez que os bancos são os principais detentores de títulos, ao recomprá-los, o Banco Central injeta capital no sistema bancário, que diminui as taxas cobradas em empréstimos, financiamentos e cartões. Com o acesso facilitado ao crédito, o cliente vai às compras e faz o dinheiro circular. Essa medida teve efeitos positivos e ajudou muitos países a atravessar o período de crise”, avalia Hamilko.

Histórico

Essa ideia de responsabilidade do Governo, quanto ao mercado financeiro, foi defendida na década de 30, pelo economista John Keynes, que além de fundador do Fundo Monetário Internacional (FMI), foi diretor do Banco da Inglaterra e ocupou diversos cargos governamentais. Keynes defendeu que, mesmo no sistema capitalista, cabia ao Estado aprimorá-lo, tomando medidas para minimizar os impactos dos ciclos econômicos, definindo taxas de juros para nortear a propensão a investir, em detrimento da liquidez desejada nos momentos de incerteza.

E foi isso que aconteceu em 2008, nos Estados Unidos, em que o FED, banco central norte-americano, adotou essas medidas. “No Brasil, passamos por muitas variações expressivas nos valores de títulos públicos e privados, nas últimas semanas. E aquela antiga lei do mercado, de oferta e procura, entrou em cena. Como a oferta foi expressivamente maior do que a procura, o preço dos ativos foi impactado negativamente. O problema é que, caso esse ciclo de oferta se mantenha por tempo demasiado longo, determinados setores da economia podem ficar em risco, pois empresas se financiam não apenas com dinheiro de bancos, mas também no mercado aberto de renda fixa. É aqui que entra a PEC do Banco Central, dando liquidez para esses ativos, equilibrando a balança de oferta e demanda. Vemos a medida como necessária para ajudar a normalizar o mercado de crédito e dar mais estabilidade para as empresas devedoras”, reflete o sócio da Allez Invest.

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O COMPROMISSO COM O FUTURO DO PLANETA POR MEIO DOS INVESTIMENTOS VERDES

Vivemos em um momento em que o mundo respira a palavra sustentabilidade, com consumidores que procuram cada vez mais empresas que possuam políticas alinhadas às necessidades do planeta. Além de ser uma tendência que valoriza a imagem institucional do empreendimento, ela também gera retorno para os investidores.

No mercado financeiro, é possível aplicar seus recursos em ações de instituições verdes, também denominadas investimentos socialmente responsáveis (SRI). Assim temos acesso a empresas que pensam no futuro sustentável, e geram valor para o acionista a longo prazo, pois estão mais preparadas para enfrentar riscos econômicos, sociais e ambientais.

A procura por investimentos verdes vem crescendo nos últimos anos. Nos Estados Unidos, essa atividade no mercado financeiro já acontece desde a década de 80, e vem se fortalecendo ao longo dos anos. De acordo com o relatório de 2018 da US SIF Foundation – Fórum de Investimentos Sustentáveis Responsáveis -, US$ 12 trilhões foram investidos nos EUA seguindo os princípios SRI. Outra pesquisa da instituição citada mostra que no início de 2018 os investimen-tos sustentáveis nos principais mercados (Europa, EUA, Japão, Canadá e Nova Zelândia) atingiram US$30,7 trilhões em ativos.

No Brasil, o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) surgiu em 2005 e foi pioneiro na América Latina. Ele busca criar um ambiente de investimento compatível com as demandas do desenvolvi-mento sustentável da sociedade, além de estimular a responsabilidade ética das corporações. A BM&FBovespa é responsável pelo cálculo e pela gestão técnica do índice no país e avalia anualmente as empresas para compor a seleção de ações sustentáveis. Dentre os critérios avaliados, para essa seleção, estão: o relacionamento com empregados, fornecedores e a comunidade, governança corporativa e o impacto ambiental de suas atividades.

Além das ações na Bolsa de Valores, o mercado financeiro conta com os Títulos Verdes, ou Green Bonds, que são títulos de dívida usados para captar recursos, com o propósito de implantar ou financiar projetos, capazes de trazer benefícios ao meio ambiente ou contribuir para amenizar os efeitos das mudanças climáticas.

Mas, vale lembrar: quando o investidor opta por uma carteira de ativos com empresas verdes, não significa que ele não está pensando no retorno financeiro. Pelo contrário, ao aplicar seu capital no mercado financeiro, a intenção, também, é alcançar a rentabilidade, elegendo as empresas sustentáveis como preferência.

Seja por comprometimento pessoal ou por acreditar que essas empresas possuem mais chances de permanecerem produtivas, pelas próximas décadas, e que sofrerão menos passivos judiciais, com ações ambientais, trabalhistas e sociais, os investimentos verdes ajudam a cobrar das iniciativas privadas políticas que colaborem para o futuro sustentável do planeta.

Se você precisa de mais informações sobre investimentos verdes, entre em contato com os agentes de investimentos da Allez Invest.

Por Renan Hamilko, sócio-proprietário da Allez Invest

Texto publicado originalmente na TOPVIEW

AGRICULTORES: ATUALIZANDO SUA FORMA DE INVESTIR

O Brasil é um dos principais produtores mundiais e, por esse motivo, o setor do agronegócio chama atenção para investimentos

O ano de 2019 foi positivo para a agricultura brasileira, com a exportação atingindo US$ 96,8 bilhões. Com esse resultado, o Brasil continua consagrando-se como um dos principais produtores mundiais e ganhando cada vez mais ânimo para investir no segmento. Para atingir expectativas cada vez maiores, os agricultores precisam planejar uma série de possíveis interferências na produção, que possam causar uma volatilidade no seu desempenho.

Já existem países que deram o seu passo à frente para garantir que as oscilações do mercado não intervirão no faturamento do produtor. Como, por exemplo, os Estados Unidos, que no ano passado exportaram R$ 128 bilhões em produtos agrícolas, e utilizam uma grande ferramenta para o setor do agronegócio: o mercado futuro. Para o próximo ano, o país tem 1,5 milhão de contratos de milho negociados no mercado financeiro até setembro de 2021, e 837 mil de soja. Sendo que, cada contrato, tem uma média de 136 toneladas.

Aqui no Brasil, a ferramenta de hegde para os agricultores ainda não é muito utilizada. Se compararmos ao índice norte-americano, o nosso país tem quase 37 mil contratos de milho e mil de soja negociados no mercado financeiro. Um índice muito baixo se comparado às possibilidades e segurança que o recurso proporciona. O principal motivo para que os americanos negociem parte de sua safra no mercado financeiro, é a proteção contra a volatilidade do mercado e uma garantia de preço para a produção com a oscilação do mercado influenciado, por exemplo, pelo clima, oferta e demanda, dólar, sanções comerciais e ciclos econômicos.

Essa ferramenta de hegde está a favor do produtor para que ele possa ter um controle no gerenciamento de risco de preço e, assim, não ficar suscetível diante de tantas incertezas do mercado. Uma das premissas para o agricultor é compreender que investir está muito além de aumentar o seu patrimônio físico mas, sim, proteger a sua produção com as possibilidades que o mundo dos investimentos oferece. E os produtores possuem uma grande ferramenta à disposição.

Para operar com mais segurança e assertividade, a Allez Invest tem uma equipe de agentes especializados em commodities, para apresentar o melhor plano para a garantia de lucratividade de sua safra.

Por Renan Hamilko, sócio-proprietário da Allez Invest

Texto publicado originalmente na TOPVIEW


ESPECIALISTA EM INVESTIMENTOS EXPLICA COMO O MERCADO FINANCEIRO ESTÁ REAGINDO AOS ACONTECIMENTOS INTERNACIONAIS E NACIONAIS

Coronavírus, alta no dólar, PIB brasileiro e redução na taxa de juros norte-americana impactam diretamente o mercado financeiro e testaram os limites dos investidores. Mas especialista alerta: “é preciso cautela”

Nas últimas semanas, o investidor teve a sua resiliência testada no mercado financeiro. A Bolsa de Valores brasileira passou por uma alta volatilidade devido à sequência de acontecimentos que impactaram o mercado financeiro. A epidemia global do Coronavírus, a alta do dólar, o anúncio da baixa na taxa de juros norte-americana e a baixa no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), fizeram com que pregões causassem pânico no investidor brasileiro e internacional.

O primeiro impacto na Bolsa veio com a disseminação do Coronavírus, que – na última semana de fevereiro – fez com que o principal índice brasileiro de ações, o Ibovespa, tivesse uma correção de, aproximadamente, 10%. Para o especialista em investimentos e sócio da Allez Invest, Renan Hamilko, é preciso cautela nesse momento e entender como as ações são afetadas em cada nova notícia. “Contribuindo para esse período de turbulência, e na esteira dos impactos advindos do Coronavírus, a alta do dólar frente a moedas de países emergentes, se explica, entre outros fatores, pela diminuição do apetite a risco dos investidores. Isso os levou a aplicar mais dinheiro em moedas fortes e títulos do tesouro americano, tirando dólares das economias emergentes e levando aos EUA”, explica.

De acordo com Renan, seguindo a onda da epidemia, houve uma expectativa de esfriamento das economias ao redor do mundo. Neste sentido, muitas instituições financeiras revisaram as suas projeções para o crescimento do PIB brasileiro em 2020, diminuindo aproximadamente 0,5% para este ano, considerando às projeções anteriores. “Esse comportamento deixou o mercado financeiro mais volátil, pois, novamente, o país emergente deixou de ser atrativo para os investidores internacionais”, acrescentou Hamilko.

Na sequência das ações que impactaram a bolsa nas últimas semanas, temos o anúncio do FED (Federal Reserve), o Banco Central norte-americano, que reduziu a taxa de juros do país em 0,5% ao ano, na expectativa de minimizar os impactos do vírus. “A reação a esse corte extraordinário foi forte, gerando uma queda adicional nos mercados, que encararam esse movimento como uma prova da grande incerteza que paira sobre os mercados mundiais”, analisa o especialista.

Ainda de acordo com Hamilko, são momentos como esses que o investidor deve reavaliar o seu perfil para o mercado financeiro. “Aqui a grande lição é entender que a Bolsa é volátil e, apesar de uma visão construtiva para o país se manter para o médio e longo prazos, movimentos de queda acentuada acontecem e continuarão acontecendo ao longo do percurso. Isso faz parte do jogo. O segredo é manter a calma, e entender que investimentos em empresas são para longo prazo e que devem ser abordados com fundamento, e não uma ‘aposta’ de curto prazo como muitos ainda veem a renda variável”, finaliza Renan Hamilko.

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NOVOS SÓCIOS CHEGAM PARA COMPLETAR A EQUIPE DA ALLEZ INVEST

Dois novos especialistas ingressam na equipe da Allez Invest visando o crescimento do escritório de assessoria financeira para 2020

Agregando conhecimento e expertises para o crescimento da Allez Invest, chegam ao escritório de assessoria financeira Mônica de Moraes Campos e Frederico Loss. Ambos já possuem uma ampla experiência no mercado financeiro, ao passarem por outras instituições trabalhando com investimentos.

Mônica é formada em Relações Internacionais e por sete anos trabalhou em uma rede bancária, sendo cinco destes anos no contato direto com investidores de alta renda.  “Meu objetivo ao entrar na Allez é abraçar novos desafios em busca de realizações e conseguir aliar meu trabalho com muita satisfação. Esse momento de renovar as expectativas se tornou ainda melhor com duas grandes empresas, a Allez Invest, que vem firmando com solidez e seriedade seu nome, e a XP Investimentos, que já é marca de transformação com qualidade no mundo dos investimentos”, anuncia Mônica.

Além da experiência profissional, a nova sócia é certificada pela Associação Brasileira de Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (ANBIMA) como Especialistas em Investimentos. Mônica também terá seu trabalho focado em Renda Fixa e acompanhamento do desenvolvimento da carteira dos clientes.

Também chega à assessoria o administrador Frederico Loss, que já atuou em outra instituição financeira e trocou o antigo escritório para atuar na Allez Invest. “No primeiro contato já me identifiquei com a equipe pela transparência e atenção que é dada a cada cliente. Agora a minha expectativa é continuar entregando o melhor resultado com o melhor atendimento”, acrescenta Loss.

Frederico possui certificação de Agente Autônomo de Investimentos pela Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias (ANCORD). Ele atuará na área de Renda Variável analisando as melhores oportunidades para os clientes de acordo com cada perfil de investidor.

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I

MERCADO FINANCEIRO: UM CENÁRIO OTIMISTA PARA 2020

Inflação baixa, juros na mínima histórica e queda gradual no desemprego contribuem para resgatar a confiança brasileira e internacional

Todo início de ano, os planos para o futuro sempre são os melhores e mais otimistas. Não é diferente na economia. Para isso, é preciso analisar o mercado financeiro 2020. Começamos o ano com grandes expectativas para um cenário positivo em ascensão e um panorama cada vez mais crescente para o Brasil. Essa perspectiva vem baseada em fatos reais, por meio das propostas e ações que o povo brasileiro vivenciou em 2019.

É fato que 2019, também, começou com grandes expectativas para a economia, mas com um cenário de incertezas e de grandes esperanças no governo que chegava e na substituição de ministros e secretários. Mudanças nem sempre são fáceis, mas o governo conquistou força e mostrou resultados positivos. Com uma inflação baixa e ancorada, juros na mínima histórica, crescimento acelerando e o desemprego gradualmente diminuindo, a confiança brasileira e internacional começou a crescer. A base para sustentar essa retomada foi construída a partir do aperto das contas do governo e da aprovação da Reforma da Previdência, que deu início a um novo ciclo econômico.

A Reforma da Previdência, inclusive, foi um dos primeiros pontos que alavancou o crescimento do país, com uma economia acima da esperada. Com a união do governo para sua aprovação, indicadores dos Estados Unidos e da Europa reforçaram que o risco de recessão no país reduziu consideravelmente. Outra ação que ganhou força em 2019 e foi vista de forma positiva, não só pelo brasileiro como também pelos investidores estrangeiros, foram os ajustes fiscais, que visam diminuir os gastos públicos. O resultado já está em andamento, com uma recuperação de 0,4% do PIB em 2019, relacionado aos gastos do governo.

E agora, o mercado financeiro 2020 começa com expectativas ainda maiores em relação ao ano passado, pois já tivemos um resultado positivo para mostrar que é possível mudar. O longo ciclo de cortes na taxa de juros irá exercer efeitos favoráveis sobre a atividade econômica brasileira e deverá seguir sustentando o aumento do consumo e do crédito. No entanto, os desdobramentos das políticas internacionais ainda afetam o crescimento da economia, visto que a alta polarização política e a desglobalização ainda influenciam países emergentes.

A aprovação da Reforma da Previdência ajudou a estancar o rombo fiscal no curto prazo. No entanto, a continuidade do processo de reformas e ajustes é importante para garantir a continuidade do processo de recuperação da economia em Mercado financeiro: um cenário otimista para 2020 Inflação baixa, juros na mínima histórica e queda gradual no desemprego contribuem para resgatar a confiança brasileira e internacional

Uma das principais perguntas que chegam para a Allez Invest é: onde investir com base nesse cenário?

2020 será marcado como o ano em que o investidor sai da inércia e entra em investimentos mais voláteis, mas que podem garantir uma rentabilidade maior. Fato que já foi visto em 2019 com os recordes da Bolsa. Assim, com o juro real – cálculo que representa o que realmente o investimento rende – abaixo de 1% ao ano, sair da inércia virou regra para conseguir retornos melhores. Diversos países desenvolvidos já passaram por isso nas últimas décadas e a forma como o dinheiro é investido mudou totalmente. Com esse cenário, é preciso reavaliar a carteira de investimentos e buscar mais riscos. Mas lembre-se: sempre respeite o seu perfil de investidor. E, se precisar de ajuda, conte com a Allez Invest!

* Renan Hamilko é sócio-proprietário da Allez Invest

Texto publicado originalmente na TOPVIEW