CINCO DICAS QUE OS INVESTIDORES PRECISAM SABER ANTES DE INVESTIR EM ATIVOS DE EMPRESAS INTERNACIONAIS

Com a nova regulamentação da CVM, investir em ações de empresas internacionais ficou mais fácil. O especialista em mercado financeiro e sócio da Allez Invest, Rodolfo Baggio, apresenta as vantagens e desvantagens para os investidores

Desde outubro de 2020, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) liberou o acesso a todos os investidores para os Brazilian Depositary Receipts (BDR), que são títulos emitidos no Brasil e que possuem lastros em ativos do exterior.  Antes disso, apenas investidores profissionais – aqueles com capital acima de R$10 milhões – tinham acesso as Bolsas internacionais por meio dos BDR. A novidade fez muitos iniciantes do mercado financeiro buscar a opção para compor a sua carteira, por isso, o sócio da Allez Invest, Rodolfo Baggio, apresenta dicas para todos os investidores ficarem de olho antes de entrar nesse universo.

Com a democratização da ferramenta, mais de três milhões de pessoas físicas poderão comprar ações de empresas como Google, Nike, Toyota e tantas outras corporações através da Bolsa de Valores brasileira, a B3. “Além de trazer mais opções para os brasileiros, os BDR são uma das formas de empresas estrangeiras expandirem seus horizontes e conseguirem que mais investidores tenham acesso, mesmo que indiretamente, aos seus papéis”, apresenta o especialista em mercado financeiro, destacando cinco pontos que o investidor deve ficar atento ao investir no lastro. Confira:

1 – Novas possibilidades de investimentos

Embora o mercado de ações brasileiras seja desenvolvido, ainda é muito pequeno se comparado ao de outros países. O valor de mercado das 331 empresas listadas na B3 era de US$ 0,8tri no início de agosto, enquanto o S&P500 valia US$29tri.

Segundo o sócio da Allez Invest, ao flexibilizar as regras dos BDR, a CVM permitiu aos investidores diversificarem a sua carteira em empresas de alcance global e em setores que não existem no Brasil ou são extremamente limitados, como os de tecnologia e saúde. Atualmente, estão disponíveis 671 ativos de lastros do exterior na B3.

2 – Atenção ao câmbio

Além da volatilidade natural do mercado financeiro, que é influenciada por aspectos políticos, sociais e econômicos, ter resultados positivos em ativos do exterior passa pela preocupação e atenção às flutuações do dólar, que é a moeda padrão de troca e reserva do mundo.

“Ao comprar ativos em BDR, a rentabilidade será influenciada pela valorização e desvalorização do real em relação ao dólar. Apesar de poder representar um retorno positivo, você não se protege do risco cambial”, alerta Baggio.

3 – Praticidade

Se para investir em ativos de grandes Bolsas Internacionais, como Nasdaq, NYSE e LSE, era necessário abrir conta em uma corretora estrangeira, agora os BDR permitem que a transação aconteça diretamente do Brasil. “O processo é simples, basta abrir seu homebroker e comprar como uma ação comum. Dessa forma, também não há necessidade de câmbio para a transação. Ou seja, você investe em real”, acrescenta o especialista.

4 – Fique atento aos impostos e taxas

Segundo o sócio da Allez Invest, para cada emissão, há uma cobrança de 5% do valor. “Esse custo corresponde ao lucro da instituição que emite o BDR”.

Além da taxa administrativa da Bolsa, há o imposto. Mesmo não havendo a necessidade de remessa internacional, 15% do ganho de capital são tributados. “Por mais que as oportunidades sejam atrativas aos investidores brasileiros, é preciso ficar atento às variáveis para se certificar que essa é a melhor opção para o seu perfil”, aconselha Baggio.

5 – Você não se torna sócio da empresa

Diferentemente das ações negociadas diretamente na B3, em que o investidor se torna sócio ordinário, com direito a voto em assembléias – dependendo a quantidade de ações em posse -, ao adquirir um ativo através da BDR, o investidor não tem relação societária com a companhia. “Nesse caso, o investimento contempla somente a movimentação, ou seja, acompanha a valorização ou desvalorização do título”, informa Rodolfo, destacando que o investidor também receberá dividendos.

Sobre a Allez Invest

A AllezInvest é uma boutique de soluções de investimentos no Brasil e no exterior. Com sede em Curitiba (PR), é credenciada à XP Investimentos, a maior corretora de valores e títulos mobiliários da América Latina. Oferece um modelo de assessoria financeira exclusiva, compreensiva e completamente personalizada para seletos clientes. A equipe da AllezInvest é composta seis sócios: Renan Hamilko, Arthur Weber Rubert, Rodolfo Magno Baggio, Guillermo Arauz, Frederico Loss e Mônica de Moraes Campos, todos com prévio conhecimento do mercado financeiro nacional e internacional. Os sócios já passaram por renomadas empresas do país e trazem uma grande bagagem de conhecimento na economia, que é constantemente atualizada.

Serviço:

AllezInvest

Endereço: Rua Heitor Stockler de França, 396, sala 2106, Edifício Neo Business, Centro Cívico – Curitiba (PR)

Telefone: (41) 3514-5890

Site: www.allez.com.br

Instagram: @allez_invest

Facebook: @allezinvest

LinkedIn: @allez-invest

 Informações para a imprensa
Mcomm Comunicação Dirigida

Fone: (41) 3343-9800
Marcus Contin DRT/PR 3838

Juliane Fladzinski

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ALLEZ INVEST APRESENTA UMA NOVIDADE EM NEGÓCIOS PARA INVESTIDORES


Por Renan Hamilko, sócio fundador da Allez Invest

Com os efeitos causados pela pandemia e a sua influência no mercado financeiro, os investidores têm optado por modelos alternativos para aplicar o seu capital. Dentre as propostas da Allez Invest para os seus clientes, está a de se tornar uma empresa capaz de trazer soluções e oportunidades financeiras em todas as áreas. Por isso, com a apoio da Caravela Capital e da dedicação de todos os sócios, a assessoria de investimentos completa dois anos de atuação no mercado paranaense com uma novidade exclusiva: um fundo de Venture Capital, focado no investimento de empresas em estágio inicial com alto potencial de crescimento.

O fundo de investimentos em Venture Capital é uma modalidade de longo prazo, em que se aplica em empresas com alto potencial de crescimento, mas, que estão a pouco tempo no mercado. Apesar de ser um investimento para perfis mais agressivos, o fundo dá a oportunidade da Allez Invest e de seus clientes em pesquisar, selecionar e capitalizar um projeto emergente.

Além de ser uma ferramenta que apoia startups e empreendedores com boas e criativas opções de negócios, o modelo criado pela Caravela Capital em parceria com a Allez Invest para o acesso ao fundo de Venture Capital da gestora, possibilita que investidores não profissionais (que são aqueles com capital acima de R$10 milhões) também tenham espaço nesse mercado. Para viabilizar o ativo com valores menores, a parceria entre as empresas criou um veículo de acesso, o FIC (Fundo de Investimento em Cotas), cujo objetivo é investir em cotas do FIP (Fundo de Investimento em Participações) Caravela. No FIC, perfis qualificados (que possuem mais de R$1 milhão em ativos financeiros) já podem investir. Trata-se de um fundo como qualquer outro do mercado, registrado na CVM (Comissão de Valores Mobiliário) e na Anbima (Associação Brasileira de Entidades dos Mercados Financeiros e Capitais), que é regulado por todos os órgãos tradicionais do mercado.

Por se tratar de uma modalidade de difícil acesso – pois poucas gestoras disponibilizam um fundo de Venture Capital, quando comparado a outras classes de ativos, e mesmo estas, com acesso restrito –, essa foi uma das formas que a Allez Invest encontrou para que os investidores tenham acesso a ativos alternativos. Para saber mais, entre em contato conosco!

A DÍVIDA PÚBLICA E OS INVESTIMENTOS

Por Mônica de Moraes Campos, sócia da Allez Invest

Mensalmente, o mercado financeiro acompanha o desenvolvimento da dívida pública do Brasil, pois os dados impactam os investimentos e, principalmente, a imagem do país com o exterior. Nos últimos meses, assistiu-se ao aumento da conta do Governo Federal com programas sociais e de apoio às empresas para minimizar a crise causada pela pandemia do coronavírus. Mas, como o crescimento da dívida está afetando o mercado financeiro? 

O primeiro fator a ser analisado é a relação da dívida pública com a taxa básica de juros brasileira – a Selic, uma vez que boa parte da dívida pública é corrigida por essa taxa. Em 2019, o país fechou o ano com a menor dívida da história, em R$4,249 trilhões, segundo dados do Tesouro Nacional. A redução constante observada na Selic desde meados de 2016 foi um fator importante para esse impacto no serviço da dívida pública brasileira, que gerou uma economia de quase R$ 69 bilhões só no ano de 2019, mais do que todo o investimento feito pelo Governo Federal no mesmo ano.  

Essa economia ainda deve ser observada nos próximos anos, com a expectativa de reduzir aproximadamente R$120 bilhões no ano de 2020, a maior redução, seguidos de R$109 bilhões e R$119 bilhões, respectivamente. O raciocínio é simples: uma taxa mais baixa gera um custo menor. E isso pode gerar efeitos positivos no curto prazo com a redução de risco de calote do país, indicador acompanhado atentamente pelas agências de ratings na classificação de risco do país. 

Vale lembrar que o Brasil perdeu o grau de investimento do ano de 2015, e os anos seguintes foram marcados por importantes reformas de cunho fiscal, que apesar de não reverterem o quadro, sinalizaram um compromisso com a manutenção da saúde das contas públicas. 

Por outro lado, devemos considerar os recentes programas emergenciais e estímulos creditícios para tentar amenizar os efeitos da crise do Corona Vírus, medidas que aumentaram o nível de endividamento. Para se ter uma ideia do gasto público com a pandemia, dados divulgados internacionalmente mostram que países ao redor do mundo desembolsaram 20% do Produto Interno Bruto global para gastos com a pandemia durante seis meses. 

Por fim, quando se fala em dívida pública, é costumeiro questionarem sua relação com o Dólar já que parte dela é composta por dívida externa. Mesmo com a alta cotação da moeda, observamos pouco impacto na dívida do Brasil, visto que menos de 5% do montante total é em dívida externa, tanto em termos de dívida emitida, quanto em atrelada ao câmbio. Um valor muito baixo, se comparado à vizinha Argentina, que soma 60% do PIB em dívida externa estatal. 

Sendo assim, mudanças na taxa de câmbio, apesar de substanciais para a economia como um todo, nesse momento não refletem muito no nível de endividamento do Brasil. 

Posto isso, é possível afirmar que dificilmente emissores com qualidade de crédito igual ao nível Brasil apresentem defaults no curto e médio prazo. Quando observamos o histórico das notas atribuídas pelas agências de ratings para o risco país notamos que nenhum rebaixamento ocorreu de forma inesperada, ou não foram justificados, mesmo que gradualmente, por uma piora na qualidade, permitindo assim que os investidores tomem decisões mais seguras. 

INVESTIR COM UMA ASSESSORIA

Qual a melhor opção para você: estar no mercado financeiro operando sozinho, com o apoio de um banco ou com o trabalho especializado de uma assessoria?

Por Renan Hamilko, sócio fundador da Allez Invest

Provavelmente você já se perguntou por que é tão importante ter uma assessoria de investimentos cuidando do seu capital e, certamente, ficou em dúvida sobre fazer o trabalho sozinho ou deixar com o seu banco. Para te ajudar a entender qual é a melhor alternativa, a Allez Invest destaca algumas das vantagens que você tem com agentes especializados em investimentos.

 Antes de destacar as características, é importante entender um fator comportamental que ronda os brasileiros na hora de investir. Já faz parte do costume local associar investimentos a bancos. Mas, corretoras de investimentos estão ganhando cada vez mais espaço no país devido aos seus bons resultados. Neste sentido, o papel de uma assessoria de investimentos se torna cada vez mais importante no cenário atual.

 O especialista, em primeiro lugar, sabe que para cada investidor existe um sonho ou um plano por traz de cada valor aplicado. A escolha dos ativos que vão compor o portfólio deve ser condizente com esses objetivos. Essa é a etapa inicial e fundamental. Trata-se de uma conversa franca e aberta, aliando realidade e futuro, em que especialistas podem traçar os melhores planos para os seus investimentos.

 Em segundo lugar, é através de especialistas do mercado financeiro que o investidor terá acesso a uma gama maior de produtos. Além disso, ele sempre estará atento às tendências da economia, procurando boas oportunidades que um investidor sozinho não teria condições de acompanhar.

 Outra importante consideração a ser feita é sobre o monitoramento da carteira. O acompanhamento contínuo de resultados é crítico e deve seguir as mudanças na macroeconomia e, principalmente, a sua evolução enquanto pessoa e investidor.

 O que o investidor deve saber, e que diferencia as assessorias de investimentos dos agentes bancários, é que os bancos normalmente ficam restritos às opções de investimentos da própria instituição, sejam CDBs, fundos de investimento, LCI/LCA ou o que tiver a oferecer, ao contrário das instituições independentes, como as corretoras de valores, em que o investidor fica aberto a qualquer tipo de investimento, de qualquer instituição financeira.

 Na Allez Invest, todos os agentes de investimentos são credenciados pela Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias (ANCORD), responsável por certificar os profissionais da área. Em função do nosso trabalho, buscamos levar informações aos investidores, para que eles saibam qual é a melhor ferramenta que têm à disposição. Afinal, é o capital e o futuro da sua família que você não deixaria nas mãos de qualquer pessoa, não é?

COMO INVESTIR O CAPITAL DA MINHA EMPRESA?

Por Renan Hamilko, sócio fundador da Allez Invest

Para um pequeno, médio ou grande empreendedor, o planejamento financeiro é essencial para o futuro de qualquer empresa. O ato de investir está presente no dia a dia dos empresários, seja pensando na ampliação da estrutura ou na contratação de um novo profissional. Mas, há um segundo formato de investimento para as empresas: o mercado financeiro.

Até o mês de junho de 2020, segundo dados da B3, quase 30 mil empresas investiram parte do seu capital na Bolsa de Valores. Nos portfólios criados para PJ, também encontramos letras financeiras, CDBs, debêntures, títulos públicos e fundos de investimento, de acordo com os objetivos de cada instituição. No Brasil, já temos cases de grandes empresas que -mesmo após quedas em suas receitas -, tiveram um balanço positivo ao final do ano, em virtude dos rendimentos da sua carteira de investimento.

Quando o assunto é investimento para as empresas, muitos gestores ficam em dúvida sobre qual o melhor portfólio para alocar o capital do negócio. Apesar de considerar estratégias parecidas com os investimentos para pessoas físicas, há outros itens que são importantes no momento de criar a sua carteira, como a rápida liquidez e o pagamento de imposto de renda – visto que PJ não é isento de IR no mercado financeiro. Como já dito, o planejamento financeiro é fundamental. Entender o que a sua empresa gasta, qual o valor necessário para um capital de giro e receita são os primeiros passos a serem analisados antes de investir.

Se a sua empresa já tem uma reserva de emergência ou um fundo para ampliação futura, não cometa o erro de deixar esse dinheiro sem a rentabilidade adequada. Para investir no mercado financeiro, a Allez Invest oferece uma dica prática: primeiro, descubra o seu perfil de investidor, objetivos e prazos, para assim, pensar em uma carteira diversificada. Também, é fundamental contar com uma assessoria de especialistas para os melhores resultados de sua carteira. Neste sentido, conte com a Allez Invest.

COM A BAIXA NA TAXA DE JUROS, É A HORA DE INVESTIR EM FUNDOS IMOBILIÁRIOS?

Especialista em investimentos, Frederico Loss, fala sobre o crescimento do ativo no mercado financeiro nos últimos anos e o impacto durante a pandemia. Investidores também podem encontrar nesse fundo uma boa opção de rendimento com o atual cenário da Selic

Com a volatilidade no mercado financeiro e os efeitos econômicos da pandemia em diversos setores, os Fundos de Investimentos Imobiliários tiveram a sua queda – também expressiva, assim como as ações da Bolsa de Valores -, mas com uma boa recuperação. Segundo o assessor de investimentos, especialista no ativo, e sócio da Allez Invest, Frederico Loss, o principal motivo da recuperação dos FIIs está na constante queda da taxa básica de juros e no aumento do número de investidores pessoa física na B3.

No ano passado, o Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) apresentou uma alta de 37%, e a performance do ativo neste ano, para o mercado financeiro, seria ainda mais expressivo, se não fosse a crise global. “Estamos em uma era de juros baixos, nunca visto no mercado brasileiro, isso faz com que os investidores saiam da renda fixa e busquem ativos com ganhos melhores no mercado financeiro, como ações e FIIs. Além disso, os juros nesse patamar facilitam o crédito para as empresas e traz mais possibilidades de financiamentos para o consumidor”, relata Loss. Em um cenário em que a Selic está a 2,25% ao ano, os FIIs, segundo o especialista, chegam a rentabilizar mais que os ativos de Renda Fixa, apenas no pagamento dos dividendos. “Hoje um produto, como Tesouro Selic, que paga 100% do CDI, entrega 0,15% ao mês liquido de Imposto de Renda, disputa espaço com os FIIs, que pagam, em média, 0,5% ao mês só de dividendos, também isentos de IR, e o investidor ainda pode ganhar com a valorização das cotas”, ilustra.

E é nesse cenário, que o número e investidores em Fundos Imobiliários atingiu 818 mil pessoas físicas, em abril de 2020, cerca de 3,4% a mais que no mês anterior, e contabilizou um aumento, desde o início do ano, de 29,4%. “Mesmo com um crescimento mais tímido em abril em relação aos primeiros meses do ano, os FIIs são uma classe de ativos que estão no interesse dos investidores em renda variável”, acrescenta o sócio da Allez Invest. Esse é um tipo de investimento para o perfil moderado a agressivo e, por isso, os FIIs tiveram uma queda nos primeiros meses do ano, principalmente em março, mas que já esboçando uma recuperação da pandemia. No acumulado do ano, os fundos tiveram uma queda de 13%, seis pontos percentuais a menos que o Ibovespa, que está com 19% de queda.

Cenário político-econômico

Como qualquer ativo do mercado financeiro, ele é impactado diretamente por qualquer ação político-econômica do país. E foi em um cenário de grande redução da taxa de juros, que desde 2016 baixou de 14,25%, para 2,25% ao ano, que intensificou a demanda por títulos voltados para construção e desenvolvimento de imóveis. Essa procura teve uma queda no estopim da pandemia, mas que, de acordo com Frederico Loss, voltarão ao cenário como uma forma de recuperação da economia brasileira. “O mercado da construção civil emprega muitas pessoas e gera renda de diversas formas, por isso, geralmente é um setor muito visado, que acompanha a recuperação econômica de um país em desenvolvimento”, finaliza.

Sobre a Allez Invest

         A Allez Invest é uma boutique de soluções de investimentos no Brasil e no exterior. Com sede em Curitiba (PR), é credenciada à XP Investimentos, a maior corretora de valores e títulos mobiliários da América Latina. Oferece um modelo de assessoria financeira exclusiva, compreensiva e completamente personalizada para seletos clientes. A equipe da Allez Invest é composta seis sócios: Renan Hamilko, Arthur Weber Rubert, Rodolfo Magno Baggio, Guillermo Arauz, Frederico Loss e Mônica de Moraes Campos, todos com prévio conhecimento do mercado financeiro nacional e internacional. Os sócios já passaram por renomadas empresas do país e trazem uma grande bagagem de conhecimento na economia, que é constantemente atualizada.

Serviço:

Allez Invest

Endereço: Rua Heitor Stockler de França, 396, sala 2106, Edifício Neo Business, Centro Cívico – Curitiba (PR)

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A PANDEMIA NO MERCADO FINANCEIRO

Como as medidas do Governo e do Banco Central estão influenciando os investimentos brasileiros

Por Renan Hamilko, sócio fundador da Allez Invest

Existe uma premissa no mercado financeiro de que os investimentos antecipam os efeitos de uma crise econômica ou política, o mesmo também acontece no momento de recuperação. Por isso, as Bolsas de Valores de todo o mundo já estavam sentindo as implicações que a pandemia provocaria nos países, mesmo antes dos primeiros casos serem registrados fora da China, Itália e Estados Unidos. Com a intensificação da crise sanitária mundial, somada a instabilidade política e o colapso do petróleo com os desentendimentos da Arábia Saudita e Rússia, a Bolsa brasileira deixou de registrar os recordes acima dos 100 mil pontos, para dar lugar aos recordes de circuit breaker (ação que leva a Bolsa a suspender as transações após expressiva queda dos ativos, para conter os ânimos dos investidores). 

E foi em meio a este turbulento cenário, que os investidores e as empresas cobravam medidas econômicas para aliviar o mercado financeiro. Algumas foram bem aceitas, outras ainda são aguardadas. As primeiras medidas anunciadas pelo Governo estavam relacionadas a injeção de crédito para que a economia continuasse girando, como o Auxilio Emergencial, liberação antecipada do décimo terceiro para aposentados e o apoio aos trabalhadores que tiveram seus salários reduzidos em virtude da pandemia. Já para as empresas, o objetivo era ajudar a manter a liquidez no caixa, facilitando o acesso a empréstimos bancários e suspendendo o pagamento de algumas alíquotas, como as contribuições previdenciárias.

Para os investidores, a votação da PEC do Orçamento de Guerra, no Congresso Nacional, é uma das medidas aguardadas. Por meio da iniciativa do Banco Central, uma das propostas do projeto é a compra de títulos públicos e privados pelo Tesouro Nacional para ajudar as empresas. A PEC propõe uma estratégia de estímulo que visa aumentar o dinheiro em circulação, equilibrando a balança da antiga lei de mercado de oferta e procura. A proposta do BC foi baseada em modelos já implantados em outros países, durante crises ou estagnação econômica, dentre eles Estados Unidos e Japão. Outro fator que está na mira do mercado financeiro é a taxa Selic, que tem previsão de terminar o ano em 2,50%, o que vai continuar impactando a renda fixa e fará com investidores tenham que buscar novas estratégias para manter a rentabilidade.

As ações do Governo, definitivamente, não vão resolver o problema do Brasil em relação ao mercado financeiro, mas é vista com bons olhos pelo investidor, que busca segurança no país onde o seu capital está alocado. Além das medidas adotadas por cada federação, outra receita básica para quem está no segmento e a soma da paciência com a cautela. Nesse momento a recomendação ainda é a de não tomar decisões no calor do momento, principalmente nas quedas, mas sim conhecer o histórico de cada investimento e saber que, mesmo para perfis mais ousados, o momento requer uma estratégia prudente e segura.

O PRAZO DA CRISE NOS INVESTIMENTOS

Em momentos de crise, pensar em investir a longo prazo é essencial

Por Renan Hamilko, sócio fundador da Allez Invest

Nos últimos meses, os investimentos em ativos de renda variável de todo o mundo sofreram baixas em seus valores, em virtude da pandemia do coronavírus. Mas, um dado interessante, aqui no Brasil, é de que, mesmo com a queda que chegou a quase 30%, desde o início da crise, a B3 contabiliza novos investidores em números expressivos. E a principal avaliação que podemos fazer dessas informações, é que a baixa nos preços das ações foi uma grande oportunidade para que os investidores pensem no futuro, valorizando o capital a longo prazo.

No mês de abril, a B3 registrou 440 mil novos CPF’s, ultrapassando os 2,3 milhões de investidores. Este resultado, comparado ao mesmo mês de 2019, cresceu 48%. Mas, o número é ainda mais surpreendente quando visualizamos o crescimento em um período mais longo. Há dois anos, em 2018, o país registrava 813 mil pessoas e empresas que investiam em ativos de renda variável.

E é nesse momento, de grande adesão de pessoas na Bolsa, que devemos reforçar a importância de se investir em renda variável pensando a longo prazo. Para comprovar essa posição, a XP Investimentos divulgou um estudo mostrando a média de retorno dos ativos acionários, considerando a entrada e saída de investidores em períodos de um, dois, cinco e dez anos, durante as duas décadas entre 2000 e 2020.

Os resultados mostraram que, para se obter os melhores rendimentos, a Bolsa de Valores é um investimento a longo prazo. Na pesquisa, os investidores que saíram no prazo de um ano, 37,7% tiveram resultados negativos. Este número diminui com o passar do tempo: em dois anos 36,9%, em cinco anos 19,69%, e, em dez anos, nenhum resultado negativo foi auferido. Estes dados mostram que, dos investidores que aplicaram seu dinheiro na Bolsa, entre janeiro de 2000 e fevereiro de 2020, todos saíram com o capital maior do que o investido no início do período.

Mas, e agora, como os 440 mil novos investidores que entraram no mercado acionário, só em abril, devem escolher seus ativos para o futuro? Um dos principais pontos a serem analisados, em momentos de crises, é o de como as empresas com capital aberto têm passado por esse período, ou seja, como é a capacidade de reagir a momentos difíceis com boas estratégias. Percebemos, nesse período de pandemia, que as empresas mais disruptivas enfrentaram melhor esse momento, porque possuem mais flexibilidade e isso faz com que se adaptem, de forma mais rápida, à nova realidade.

Através dessa visão, de investimentos a longo prazo, que a Allez Invest ingressou no mercado financeiro, para ajudar mais de 140 mil investidores do Paraná, a ter bons rendimentos, mesmo em momentos difíceis.

ESPECIALISTA EM INVESTIMENTOS DÁ DICAS A INVESTIDORES DO QUE OBSERVAR NO BALANÇO DAS EMPRESAS NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2020

Frederico Loss, assessor de investimentos da Allez Invest, destacou alguns pontos que o mercado financeiro está atento na divulgação dos resultados trimestrais das empresas com capital aberto

A temporada da divulgação de resultados das empresas no primeiro trimestre de 2020 termina no próximo mês, e os investidores estão atentos aos balanços financeiros das companhias. Um dos principais itens observados pelo mercado financeiro é de como a crise, causada pela pandemia do coronavírus, afetou as instituições. Até o final de maio, mais de 140 empresas com ações na Bolsa de Valores brasileira divulgarão seus resultados, e o sócio e assessor de investimentos da Allez Invest, Frederico Loss, apresenta alguns pontos que devem influenciar os investidores.

De início, a primeira dica de Loss é de que o valor das empresas está no longo prazo. “Apesar de muitas instituições apresentarem resultados negativos em um curto prazo, o ponto chave agora é observar as empresas que tenham a capacidade de passar por esse período de grande queda nos seus resultados com boas estratégias e adaptação” ressalta.

Dentre os resultados já divulgados, algumas empresas tiveram destaques positivos, como a Copel e BRF, que são ligadas a atividades essenciais de energia e alimento, além disso, empresas ligadas ao setor de e-commerce, também se destacaram, como as Lojas Americanas e a B2W. “Vale ressaltar que as companhias que possuem a maior parte da receita dolarizada, como mineradoras e siderúrgicas, por exemplo, terão uma queda mais amena em seus resultados, devido à alta do dólar no período. E isso, os investidores já podem observar através do preço das ações destas instituições, que não sofreram tanto nas últimas semanas”, acrescenta o sócio da Allez.

Por outro lado, algumas empresas foram mais afetadas, principalmente as ligadas aos setores de turismo, varejo com foco em lojas físicas, shoppings centers e até mesmo o setor de construção civil, que está relacionado ao crescimento econômico do país. “Inclusive, alguns bancos também tiveram seus resultados afetados, principalmente porque a qualidade dos ativos se deteriorou mais rápido do que o esperado e todos os segmentos de crédito tiveram aumento na inadimplência”, ressalta o assessor de investimentos.

Outra dica, de Frederico Loss para os investidores, é de que a crise do coronavírus terá efeitos perenes sobre a forma de consumir e trabalhar, por isso é importante avaliar quais empresas estão se adaptando bem ao novo cenário. “As perspectivas ainda não são claras, afinal, ninguém pode prever até quando irá durar essa crise e nem como as pessoas voltarão a consumir, é quase certo que o consumo pós coronavírus será diferente. Porém, observamos que muitas empresas estão se adequando a essa nova realidade, adotando medidas como o home office, reuniões por conferência, aumentando o foco no e-commerce e fazendo o uso de férias e banco de horas, situações que mostram a adaptabilidade das instituições”.

Mesmo com o cenário desolador da pandemia no mundo, afetando drasticamente as economias, o sócio destaca que “instituições mais disruptivas estão enfrentando melhor esse período, estas possuem mais flexibilidade e isso faz com que se adaptem de forma mais rápida à nova realidade”.

Sobre a Allez Invest

         A Allez Invest é uma boutique de soluções de investimentos no Brasil e no exterior. Com sede em Curitiba (PR), é credenciada à XP Investimentos, a maior corretora de valores e títulos mobiliários da América Latina, oferece um modelo de assessoria financeira exclusiva, compreensiva e completamente personalizada para seletos clientes. Além de Hamilko, a equipe da Allez Invest é composta por mais seis sócios: Arthur Weber Rubert, Rodolfo Magno Baggio, Guillermo Arauz, Frederico Loss e Mônica de Moraes Campos, todos com prévio conhecimento do mercado financeiro nacional e internacional. Os sócios já passaram por renomadas empresas do país e trazem uma grande bagagem de conhecimento na economia, que é constantemente atualizada.

Serviço:

Allez Invest

Endereço: Rua Heitor Stockler de França, 396, sala 2106, Edifício Neo Business, Centro Cívico – Curitiba (PR)

Telefone: (41) 3514-5890

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Mcomm Comunicação Dirigida

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PLANOS PARA O CASAMENTO? INCLUA A PREVIDÊNCIA PRIVADA!

Por Renan Hamilko, sócio fundador da Allez Invest

Fazer planos com a pessoa que amamos aquece nossos corações, não é mesmo? Seja uma viagem tão desejada ou a qualidade do futuro dos filhos, planejar é importante, faz você criar metas e, ao alcançá-las, traz o prazer da felicidade em conquistar seus sonhos. Por isso, a previdência privada é uma ferramenta essencial na vida do casal. Muito além da segurança para a aposentadoria, esse investimento proporciona vantagens fiscais em curto e longo prazo, além de ser uma opção para acumular patrimônio, para investidores com perfil mais conservador.

Por muito tempo, a previdência privada foi um trauma para investidores por falta de informações ou por ser uma aplicação errada em relação aos planos. Hoje ela deve fazer parte de todas as carteiras de investimentos, seja do perfil conservador ou do mais agressivo. No ano passado, a previdência privada acumulou R$126,4 bilhões em aportes, segundo a Federação Nacional de Previdência e Vida (Fenaprevi), e teve um aumento de 40,4%, em relação a 2018, na capitação líquida – total da receita deduzida dos valores resgatados. Ou seja, cada vez mais pessoas estão investindo nesse ativo, como uma forma de segurança para o futuro.

Dentre os principais motivos para se aplicar em previdência privada, estão as deduções fiscais no curto e longo prazo. Para quem tem pressa em liquidez, investidores que utilizam o formulário completo para a declaração do Imposto de Renda, há a possibilidade de abatimento fiscal das aplicações no plano PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), ou após 10 anos ter a dedução de apenas 10% de imposto com a tributação regressiva. Essa opção de investimento também está livre do come-cotas.

Outra vantagem muito buscada pelos investidores é a facilidade na sucessão patrimonial, em que a indicação e o percentual para cada beneficiário são de livre escolha, desde que respeitada a herança legítima. Além disso, o patrimônio é transferido sem burocracia para os herdeiros, e, em alguns casos, sem incidência de imposto de transferência de riqueza (ITCMD). Como essa transação não passa por inventário, ela pode ser realizada sem custos advocatícios.

São muitos os motivos para que a previdência privada seja a escolha ideal para o seu sonho, ou para os planos da sua família, desde que escolhida de acordo com as suas metas. Para te ajudar nessa escolha conte com a Allez Invest.